Após um mês de trabalho, um Vitória com evolução nas transições, mas com o mesmo deserto de ideias com a bola


Após um mês de parada com a Copa do Mundo, recomeçou o Campeonato Brasileiro para o Esporte Clube Vitória. A 13ª rodada foi o primeiro teste da equipe após o período de treinamentos, que também foi acompanhado de várias contratações, como você pôde conferir no quadro “Analisando o Contratado”.




Como novidades na equipe que enfrentou o Paraná, o Vitória contou com a volta de Bryan à lateral- esquerda, após período lesionado, e a estreia do volante Arouca, o único dos novos contratados a estrear, já como titular.

O time foi a campo com: Elias; Jeferson, Kanu, Aderllan e Bryan; Fillipe Soutto, Arouca, Luan, Guilherme Costa e Lucas Marques; André Lima.
O 4-4-2 sem a bola do Vitória, com Lucas Fernandes e Luan jogando abertos; Arouca e Soutto como volantes. Sem Neilton, Guilherme Costa, à frente de André Lima, se torna o meia central de um 4-2-3-1 em momento ofensivo.



Preparamos uma análise didática, com ênfase especial nos quatros momentos do jogo. Antes disso, porém, fazemos algumas ponderações individuais:




Atuando aberto pelo lado, o jovem Luan, reincorporado à equipe principal, fez ótima partida, flutuando pelo campo e buscando o jogo, se apresentando como opção de passe, visando os dribles e cavando faltas, algo de que, na ausência de Neilton, a equipe acaba carecendo muito.




Já o meia Guilherme Costa, por sua vez, fez mais uma partida ruim com a camisa do Vitória. Parece um pouco deslocado do ritmo dos demais, tanto nas ações ofensivas como defensivas. Veja na captura abaixo: em amarelo, o atleta enquadra o corpo para trás e apenas observa o portador da bola, ao seu lado. Desta forma, fica difícil a coesão da equipe em torno de um mecanismo bem estruturado de perde e pressiona.

Guilherme Costa em amarelo: jogador busca uma tabela pelo lado e, após a não conclusão da jogada, exime-se de sua função tática no momento de transição ofensiva, que seria a de pressionar o adversário com a bola.



Sem Neilton em campo, o Vitória sente muito a falta de um atleta que busque o jogo o tempo inteiro. O camisa 10 tem total liberdade de movimentação e está sempre flutuando para o setor da bola para dar opção de passe. É quem chama o jogo. Guilherme Costa, infelizmente, não aproveitou as muitas oportunidades que já teve. A última ponderação individual vai para a estreia de Arouca. Uma das contratações mais badaladas, após a saída dos volantes Correia e Welison, o atleta chegou com a
responsabilidade de ser referência para o elenco em termos de experiência e segurança.



Fez uma boa estreia, mostrando tranquilidade com a bola, tomando as decisões corretas e cumprindo uma função tática muito importante: utilizando da sua dinâmica e seu vigor físico para encurtar os espaços do adversário com a bola.

Arouca em ação defensiva: do posicionamento inicial fechando a segunda linha ao rápido tiro em direção ao portador da bola. Note: a importância deste lance não está em um eventual desarme. A corrida em direção ao portador já significa a ação de pressão, a tentativa de forçar uma tomada de decisão equivocada.


Atuar ao lado de Fillipe Soutto, no entanto, acaba sendo prejudicial à dinâmica do atleta, que fica, assim, sobrecarregado, sendo referência tanto para pressionar sem a bola como para acelerar as transições para o ataque. Será interessante ver Arouca atuando ao lado de um volante mais dinâmico e que possa dividir com ele as funções em campo. Agora, passamos a destacar, abaixo, o desempenho coletivo da equipe nas quatro fases do jogo: transição defensiva, momento defensivo, transição ofensiva e momento

ofensivo.




Transição defensiva:



Neste retorno após o período de treinamentos, foram as transições que chamaram mais a atenção no desempenho geral da equipe de Vagner Mancini. As reações após a perda e retomada da bola mostraram-se muito mais rápidas, intensas, numa indicação de um enfoque importantíssimo para o prosseguimento da equipe no campeonato.

O perde e pressiona rubro-negro: o ataque é desperdiçado, porém o atleta que perde a bola busca, instintivamente, pressionar o portador para, assim, recuperá- la ainda no campo de ataque.


Momento defensivo:


Em momento defensivo, a equipe postava as suas duas linhas de quatro, com os dois jogadores de frente exercendo uma função muito importante de dar compactação defensiva e tirar os espaços de ação dos volantes adversários.

Equipe postada em seu campo no momento defensivo: os dois jogadores de frente se encarregam de pressionar os volantes adversários.


A mesma agressividade que relatamos na transição defensiva, momento de perda da posse, foi vista no momento defensivo, com a equipe já postada em seu campo. Positivo ver a movimentação de Lucas Fernandes, se deslocando do extremo para dentro e, assim, pressionando a bola. Ação agressiva e eficiente.

Três jogadores rubro-negros pressionam o portador e o deixam sem opção de passe.

Transição ofensiva:


Note, em três capturas abaixo, uma movimentação muito positiva apresentada pela equipe, um padrão na transição ofensiva: a rápida ação dos atletas de ataque ao espaço após a recuperação da bola. Foram muitas situações ao longo do jogo em que o Vitória recuperou a posse diante de um adversário exposto. Foi este o mais positivo dos aspectos verificados nesta partida: a intensidade de jogo ao recuperar a bola.


Existiu a organização para se aproveitar dessa brecha, como se vê abaixo. O grande problema esteve nas tomadas de decisão finais dos atletas.

André Lima domina. No momento em que ajeita o corpo para frente, já há quatro jogadores em progressão, olhando para a bola e buscando atacar o espaço às costas da defesa. O nome disso é intensidade de jogo.
Guilherme Costa conduz pelo centro do campo: rapidamente, são quatro jogadores do Vitória em transição ofensiva, arrancando em direção ao gol numa situação de superioridade numérica frente a uma defesa completamente exposta. Um movimento muito bem feito e bonito de ver.
Mais um momento de transição ofensiva, com a defesa exposta e jogadores em velocidade, buscando progredir em direção ao gol. O desfecho é igualmente semelhante: o desperdício é fruto de uma tomada de decisão equivocada, agora do jogador Lucas Fernandes.


Note, agora, a chance desperdiçada: a equipe não está devidamente preparada para criar situações de jogo nessas situações, que, por sinal, não são mais comuns no futebol praticado aqui, ou seja, aquelas na qual o volante tem liberdade para iniciar a construção e se depara com um adversário exposto, abrindo uma brecha muito grande para um lançamento em diagonal, algo de que o Vitória não aproveita.



Fillipe Soutto conduz na transição ofensiva do Vitória. O Paraná expõe a sua primeira linha e não pressiona a bola. A situação é boa para um lançamento. São nessas horas que a equipe carece muito da movimentação de atletas em facão, infiltrando às costas da primeira linha adversária.

Momento ofensivo:


É essa a fase do jogo que continua mais problemática. O Vitória permanece com um futebol burocrático com a bola, sem ideias para triangular, infiltrar, fazer diagonais longas sem a bola, ou seja, jogadas que surpreendam o oponente.



Em fase ofensiva, acaba atuando sempre em inferioridade numérica, o que, sem jogadores de grande técnica para a jogada pessoal, acaba dificultando ainda mais o rendimento da equipe.



Dessa forma, o Vitória acaba virando uma equipe de uma só jogada: a virada de jogo seguida do cruzamento para a área antes da linha de fundo. Há maneiras de potencializar esta arma, como mostraremos mais adiante, porém é muito pouco paraenfrentar qualquer uma das 20 equipes do campeonato.

Bryan recebe pelo lado esquerdo. Diante de seis jogadores do Paraná, tem apenas opções de retorno, em amarelo. Ninguém aparece nas entrelinhas adversárias para ser opção direta de jogo.

Destacamos, na captura abaixo, um bom exemplo de uma compactação ofensiva bem feita. Não é esse o problema da equipe de Vagner Mancini. É a falta de opções de jogo o problema maior. Veja que o Paraná, mesmo com nove jogadores atrás da linha da bola, dá espaço entre suas linhas. Não há lá nenhum rubro-negro para explorá-lo.
A boa compactação ofensiva com o zagueiro Aderllan presente no ataque, construindo. Note, em amarelo, porém, quatro atletas fora da jogada, com alguns deles em posição de impedimento. 


A captura abaixo revela uma situação recorrente na partida. Não é fruto, necessariamente, de uma prioridade. É, somente, consequência inevitável de uma equipe que, na ação ofensiva, tem como prática apenas rodar a bola lateralmente. A única maneira de maximizar as chances com esta opção é, como visto abaixo, abrindo o campo com o lateral ou ponta e organizando uma movimentação dos atletas em
direção à área. É a potencialização possível de uma alternativa pobre.


Bryan abre o campo pela esquerda e prepara para fazer o cruzamento: são três jogadores pisando na área, entre eles, o lateral Jeferson, numa movimentação interessante. Há também atletas se posicionando para o rebote. A equipe ataca em bloco. Ressaltamos mais uma vez: não é este o problema.


A falta de alternativas para a construção é dramática, considerando o contexto atual no qual todas os 20 times da Série A do Campeonato Brasileiro estão dispostos a negar espaços em seu campo, e o fazem com competência. Não é novidade para Vagner Mancini e, no entanto, a captura abaixo revela uma situação recorrente no jogo: a ocupação de campo ofensivo que, diante de um adversário com seus dez jogadores
atrás da linha da bola, não vê muito o que fazer.



Não há mecanismos de jogo desenvolvidos. As opções para o portador são sempre passar para o lado ou buscar o risco, como no caso abaixo, em que o Paraná se fecha com os seus dez jogadores dispostos num espaço muito pequeno. Guilherme Costa, com a bola, vê apenas a opção de retorno e o lateral como escolhas seguras para passar.

Note, em amarelo, a amplitude promovida pelo lateral Jeferson mais o ponta pelo lado esquerdo. Apenas Lucas Fernandes é alternativa de passe vertical. Se fosse essa a opção, o atacante rubro-negro dominaria, de costas, cercado por cinco adversários. O que fazer?

A efeito de comparação, trazemos jogada ocorrida no 2º gol do Corinthians, na vitória da equipe paulista sobre o Botafogo, na última quarta. Note a simplicidade dos movimentos. Trazemos uma sequência de três capturas com a movimentação de Romero, atacante corintiano que viria a marcar o gol.
Romero, em amarelo, posiciona-se como centroavante no momento em que seu companheiro domina, próximo à área. Note que é intencional o ato do paraguaio de deixar, ao seu lado direito, livre o espaço. É lá que ele viria a infiltrar.
Rapidamente, Romero gira o corpo e indica a intenção de atacar o espaço para receber a bola em sua perna direita.
O ponto de finalização do atacante: rapidez e inteligência para poder finalizar em boas condições diante do adversário, marcando o segundo gol de sua equipe.

Achamos válido utilizar este exemplo corintiano para demonstrar como trata-se de um mecanismo muito simples, mas que, ainda assim, é algo muito raro de se ver nas ações ofensivas do Vitória. Note que, para o bom desfecho deste tipo de jogada, é necessária não só a inteligência do atacante para se deslocar, mas, também, o entendimento do meia, um mecanismo coordenado que permite confundir a marcação adversária em poucos segundos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:


Como vimos, de início, podemos constatar que a grande virtude apresentada pelo Vitória nessa retomada é a preocupação com os momentos de transição, tanto ofensiva como defensiva. Sempre foi a característica, afinal, das equipes de Vagner Mancini. Isso nos evoca à forma de jogo que o time mostrou no 2º turno do Brasileirão de 2017, no qual era muito clara a identidade implementada pelo treinador: rápidas e objetivas transições ao ataque; sem a bola, espaços muito reduzidos e concentração para forçar o erro do adversário. Foi assim que o Vitória conseguiu impor sérias dificuldades aos oponentes na temporada passada, principalmente atuando fora de casa. Neste ano, após uma fracassada tentativa de consolidar um modelo de jogo mais propositivo, o resultado foi a perda de identidade da equipe, que não conseguia nem produzir no momento de construção, e nem ser intenso e eficiente nos contra-ataques. Vagner Mancini, assim,

sinaliza a referência do ano passado, ou seja, o foco nas transições, como uma possível saída para retomar uma identidade de jogo perdida. É um desafio e tanto, considerando um campeonato que já está em andamento e um elenco ainda finalizando a sua formação, com reforços buscando um encaixe. Os próximos jogos e a gradual incorporação das novas contratações ao time é que irão sinalizar se, de fato, procede
essa impressão inicial. 



Por: Rafael Burgos / @Rafael_Burgos
Imagens: Edição nossa; YouTube


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Botafogo 1 x 1 Vitória


Buscando uma sequência de três triunfos consecutivos, o treinador do Vitória Vagner Mancini optou por escalar um time mais leve contra o Botafogo no Engenhão pela sétima rodada do Brasileirão. O técnico promoveu o retorno de Denilson ao time titular e escalou Rodrigo Andrade como volante ao lado de Welison e Aderllan ao lado de Ramon, substituindo Kanu.

As estratégias dos clubes eram bem distintas e a do Vitória chegou a surpreender o Botafogo, pois o rubro-negro atuou com as linhas mais altas e tentando na fase defensiva do jogo marcar em bloco alto, algo bem diferente do jogo de espera que fez contra o Ceará, o chamado jogo reativo. Já o Botafogo explorava os lados do campo, principalmente pelo lado direito do seu ataque, onde o Vitória escala o lateral
Jeferson “improvisado”.

As plataformas de jogo, aquelas denominadas como sistema tático ou esquema de jogo, apresentaram o Vitória dentro do seu 4-4-2 e suas variações decorrentes da movimentação dos atletas e o Botafogo dentro de um 4-1-4-1 e suas variações.

A estratégia de marcar alto pelo Vitória funcionou positivamente quando Neilton conseguiu recuperar uma bola e servir a Denilson. Outra boa ação do treinador Mancini foi fazer Neilton acompanhar o volante Lindoso em marcação individual, visando tirar a boa saída de bola do atleta que organiza o Botafogo. Mas o Vitória também sofreu por estar com as linhas avançadas, quando Kieza aproveitou a lentidão do zagueiro Ramon para empatar o jogo em bola longa passada pelo goleiro Jefferson. Trabalhar a primeira linha de marcação em bloco alto requer zagueiros velozes para o confronto direto com os oponentes, principalmente no um contra em um em velocidade.

Tivemos uma partida muito fraca em termos de qualidade técnica, poucos momentos de jogo posicional de entre linhas, poucas tabelas efetivas e muitos erros de fundamento, como domínio de bola, passe, movimentação e finalização. Aliás, esses erros são difíceis de serem corrigidos pelos treinadores, pois se trata da qualidade individual de cada atleta, que, convenhamos, é baixa.

Para o torcedor, dos males o menor, pois em termos de resultado o Leão baiano soma mais um ponto longe de Salvador e pode manter a sequência de pontos contra o Internacional de Porto Alegre na próxima quarta-feira no Barradão.

Alertamos apenas para o desempenho do time, que segue muito aquém do que foi projetado pela nova gestão e pelo treinador. E é o bom desempenho que torna o clube sólido dentro de campo e equilibrado jogo a jogo.

De outro modo, o desempenho ruim pode gerar momentaneamente bons resultados, mas normalmente, jogo a jogo, vai afundando o time na tabela de classificação com resultados ruins em sequência.

É isso, galera.


Por Adson Piedade / @AdsonPiedade
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 A derrota da hesitação!


Precisando vencer por qualquer placar para conquistar o tricampeonato estadual, o Vitória enfrentou o seu maior rival no jogo de volta da final do Campeonato Baiano de 2018.

A equipe foi a campo com Fernando Miguel, Rodrigo Andrade, Walisson Maia, Ramon e Pedro Botelho; Fillipe Soutto, Uillian Correia, Juninho e Luan; Neilton e Belusso.

 

 Em duas capturas, o espaço para Correia construir, uma situação recorrente ao longo do jogo, oportunidade que foi pouco aproveitada. A pouca fluência nessas circunstâncias teve um peso emocional bastante considerável: não basta gerar aproximação ou entrelinhas: é necessária a postura e a confiança para criar oportunidades.




O Vitória, quase sempre, chegava ao terço final com inferioridade numérica, lidando com um adversário que marcava em seu campo, um grande complicador para o rendimento de Belusso, centroavante criticado pela torcida e que tem mostrado falta de confiança.


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PROBLEMAS FISICOS E TÉCNICOS. ERROS DE ARBITRAGEM. ALGUNS INGREDIENTES DA DERROTA RUBRA NEGRA.

O Vitória atuou na Arena Fonte contra o Bahia pelo jogo de ida das finais do Campeonato Baiano de 2018. O treinador Mancini não pode contar com alguns titulares suspensos e machucados. Escalou Fernando Miguel, Lucas, Ramon, Maia e Botelho; Correia, Soutto, Juninho e Nickson; Neilton e Belusso.

Taticamente postado num 4-4-2 contra um Rival atuando dentro de um 4-2-3-1.

1º tempo:

Apesar de não superar o Rival em termos de porcentagem de posse de bola, o Vitória tentou surpreender o adversário com o que tem de melhor em termos de estratégia no momento, marcando alto e tentando mesmo que sem a organização adequada, pressionar a saída de bola do Bahia
 

Na imagem acima, destacamos o desgaste de Neilton para marcar pressão os dois zagueiros, enquanto o ímpeto de marcação do seu colega de setor de ataque é lento e sem o comprometimento devido. Assim, Belusso compromete o êxito da proposta e sobrecarrega o parceiro de ataque.



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