Botafogo 1 x 1 Vitória


Buscando uma sequência de três triunfos consecutivos, o treinador do Vitória Vagner Mancini optou por escalar um time mais leve contra o Botafogo no Engenhão pela sétima rodada do Brasileirão. O técnico promoveu o retorno de Denilson ao time titular e escalou Rodrigo Andrade como volante ao lado de Welison e Aderllan ao lado de Ramon, substituindo Kanu.

As estratégias dos clubes eram bem distintas e a do Vitória chegou a surpreender o Botafogo, pois o rubro-negro atuou com as linhas mais altas e tentando na fase defensiva do jogo marcar em bloco alto, algo bem diferente do jogo de espera que fez contra o Ceará, o chamado jogo reativo. Já o Botafogo explorava os lados do campo, principalmente pelo lado direito do seu ataque, onde o Vitória escala o lateral
Jeferson “improvisado”.

As plataformas de jogo, aquelas denominadas como sistema tático ou esquema de jogo, apresentaram o Vitória dentro do seu 4-4-2 e suas variações decorrentes da movimentação dos atletas e o Botafogo dentro de um 4-1-4-1 e suas variações.

A estratégia de marcar alto pelo Vitória funcionou positivamente quando Neilton conseguiu recuperar uma bola e servir a Denilson. Outra boa ação do treinador Mancini foi fazer Neilton acompanhar o volante Lindoso em marcação individual, visando tirar a boa saída de bola do atleta que organiza o Botafogo. Mas o Vitória também sofreu por estar com as linhas avançadas, quando Kieza aproveitou a lentidão do zagueiro Ramon para empatar o jogo em bola longa passada pelo goleiro Jefferson. Trabalhar a primeira linha de marcação em bloco alto requer zagueiros velozes para o confronto direto com os oponentes, principalmente no um contra em um em velocidade.

Tivemos uma partida muito fraca em termos de qualidade técnica, poucos momentos de jogo posicional de entre linhas, poucas tabelas efetivas e muitos erros de fundamento, como domínio de bola, passe, movimentação e finalização. Aliás, esses erros são difíceis de serem corrigidos pelos treinadores, pois se trata da qualidade individual de cada atleta, que, convenhamos, é baixa.

Para o torcedor, dos males o menor, pois em termos de resultado o Leão baiano soma mais um ponto longe de Salvador e pode manter a sequência de pontos contra o Internacional de Porto Alegre na próxima quarta-feira no Barradão.

Alertamos apenas para o desempenho do time, que segue muito aquém do que foi projetado pela nova gestão e pelo treinador. E é o bom desempenho que torna o clube sólido dentro de campo e equilibrado jogo a jogo.

De outro modo, o desempenho ruim pode gerar momentaneamente bons resultados, mas normalmente, jogo a jogo, vai afundando o time na tabela de classificação com resultados ruins em sequência.

É isso, galera.


Por Adson Piedade / @AdsonPiedade
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 A derrota da hesitação!


Precisando vencer por qualquer placar para conquistar o tricampeonato estadual, o Vitória enfrentou o seu maior rival no jogo de volta da final do Campeonato Baiano de 2018.

A equipe foi a campo com Fernando Miguel, Rodrigo Andrade, Walisson Maia, Ramon e Pedro Botelho; Fillipe Soutto, Uillian Correia, Juninho e Luan; Neilton e Belusso.

 

 Em duas capturas, o espaço para Correia construir, uma situação recorrente ao longo do jogo, oportunidade que foi pouco aproveitada. A pouca fluência nessas circunstâncias teve um peso emocional bastante considerável: não basta gerar aproximação ou entrelinhas: é necessária a postura e a confiança para criar oportunidades.




O Vitória, quase sempre, chegava ao terço final com inferioridade numérica, lidando com um adversário que marcava em seu campo, um grande complicador para o rendimento de Belusso, centroavante criticado pela torcida e que tem mostrado falta de confiança.


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PROBLEMAS FISICOS E TÉCNICOS. ERROS DE ARBITRAGEM. ALGUNS INGREDIENTES DA DERROTA RUBRA NEGRA.

O Vitória atuou na Arena Fonte contra o Bahia pelo jogo de ida das finais do Campeonato Baiano de 2018. O treinador Mancini não pode contar com alguns titulares suspensos e machucados. Escalou Fernando Miguel, Lucas, Ramon, Maia e Botelho; Correia, Soutto, Juninho e Nickson; Neilton e Belusso.

Taticamente postado num 4-4-2 contra um Rival atuando dentro de um 4-2-3-1.

1º tempo:

Apesar de não superar o Rival em termos de porcentagem de posse de bola, o Vitória tentou surpreender o adversário com o que tem de melhor em termos de estratégia no momento, marcando alto e tentando mesmo que sem a organização adequada, pressionar a saída de bola do Bahia
 

Na imagem acima, destacamos o desgaste de Neilton para marcar pressão os dois zagueiros, enquanto o ímpeto de marcação do seu colega de setor de ataque é lento e sem o comprometimento devido. Assim, Belusso compromete o êxito da proposta e sobrecarrega o parceiro de ataque.



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 GARANTIDA A CLASSIFICAÇÃO EM PRIMEIRO DO GRUPO!

Pela última rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste 2018, o Vitória enfrentou o Globo no Barradão, na última terça-feira. Com a vitória por 3x1, o rubro-negro alcançou seu objetivo de manter o primeiro lugar do grupo e, assim, uma posição favorável no sorteio da fase eliminatória. O time foi a campo com: Caíque; Rodrigo Andrade, Ramon, Walisson Maia e Pedro Botelho; Willian Farias, José Welison, Yago, Guilherme e Alexander; Denilson. O principal destaque foi o retorno de Willian Farias, em seu primeiro jogo como titular após lesão no joelho. Outro que voltou a ter oportunidade foi o meia Guilherme.


 1º tempo
 A equipe do Globo já fazia um bom início de partida até o momento do gol. Postada em seu campo, aproveitava a dificuldade do Vitória para conseguir gerar superioridade numérica no setor da bola quando atacava.


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 TRIUNFO EM CASA PARA CARIMBAR A VAGA E A VANTAGEM NA FINAL!

Vitória e Bahia de Feira entraram em campo no último sábado, no Barradão, pelo jogo de volta das semifinais do Campeonato Baiano 2018. Com o resultado de 1x1 no jogo de ida, o rubro-negro jogava por um empate, exercendo a vantagem obtida pela campanha na 1ª fase. O time foi a campo com: Caíque; Lucas, Ramon; Walisson Maia e Pedro Botelho; Fillipe Soutto; Uillian Correia, Nickson e Juninho; Neilton e Jonatas Belusso.

1º tempo: 
O Vitória começava a partida insistindo em jogadas pelos lados do campo, com participação dos dois laterais, em apoio a Juninho e Nickson, e marcando o Bahia de Feira em seu campo. Foi numa roubada de bola no campo ofensivo que surgiu o primeiro gol rubro-negro na partida: desarme de Juninho, bola para Fillipe Soutto, que achou um bom passe para Belusso, participando fora da área. O atacante entregou
para Uillian Correia e, após passe bloqueado, a bola sobrou para Neilton, que, na intermediária ofensiva, teve espaço para equilibrar o corpo e finalizar, com desvio, para as redes.





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Liderança do grupo conquistada em vitória importante!

Vitória e Ferroviário se enfrentaram pela 5ª rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste, no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, em partida que valia a disputa pela liderança do grupo para o Leão, frente a um adversário que já estava praticamente eliminado da competição. O rubro-negro foi a campo com um time bastante modificado: Caíque, Cedric, Ramon, Bruno Bispo e Pedro Botelho; Lucas Marques, Rodrigo Andrade, Yago, Luan e Alexander; Denilson, com destaque para as estreias de Alexander, Rodrigo Andrade e Luan na equipe titular.


1º tempo:

A equipe cearense marcava em bloco baixo, o que exigia do Vitória compactação ofensiva e uma boa articulação para propiciar a criação desde os seus zagueiros. Destaco abaixo uma evolução, que considero bastante relevante, observada na equipe: uma ocupação de espaço mais inteligente na saída de bola. A equipe de Vagner Mancini sempre teve o mal hábito de concentrar jogadores em excesso num mesmo espaço, no momento da saída de bola, algo que eu sempre enfatizei como “desperdício de espaço”.


Note abaixo, em duas capturas, como há um espaço entre os zagueiros e os volantes na saída de bola: isto significa mais liberdade para os dois zagueiros conduzirem de modo a contribuir para a criação e, ainda mais importante, permite que os dois volantes ocupem, de maneira correta, a sua faixa de campo, sem aproximação desnecessária em relação aos zagueiros. O resultado disto é uma equipe com mais jogadores dispostos no campo adversário, uma ocupação mais racional do espaço. Um ajuste que, a princípio, pode parecer desprezível, mas que contribui muito para que a criação ganhe fluidez.

  
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EMPATE DE SABOR AMARGO.

Vitória atuou no estádio Joia da Princesa em Feira de Santana contra o Bahia de Feira pelo jogo de ida das semi-finais do Campeonato Baiano de 2018. O treinador Mancini não pode contar com alguns titulares suspensos e machucados. Escalou Fernando Miguel, Wellison, Ramon, Maia e Botelho; Correia, Soutto, Juninho e Nickson; Neilton e Belusso.


 Time no 4-4-2 com Belusso tendo sua primeira chance de sair jogando de titular

1º tempo:

O Vitória teve o comando da bola na primeira etapa e praticamente não deu chances ao adversário. Empurrou o Bahia de Feira para seu campo. O Time de Feira que atuou dentro de um 4-3-3 com Deon sendo utilizado como falso nove e Gil Baiano como zagueiro, não conseguiu agredir o Vitória e deixou muitos espaços por falta de compactação de suas linhas.

 
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