Quem assistiu a partida entre Atlético-PR x Vitória na tarde deste domingo (25) não imaginava que o desfecho seria uma goleada de 4 x 1 a favor do Furacão, por conta do bom início de jogo da equipe comandada pelo técnico Alexande Gallo.
Mais uma vez Gallo surpreendeu na escalação. Se na última partida (diante do Santos), Neilton apareceu no banco de reservas, desta vez, foi David quem ficou como opção. No time titular a presença de Yago.
No entanto, o sistema de jogo não foi alterado. A equipe sem a bola se postava no 4-4-2, variando para o 4-1-2-3 com a posse de bola.

Momento Defensivo




Na imagem acima o Vitória marcando no 4-4-2. Sistema de marcação continua a ser por encaixe individual no setor, gerando longas perseguições. Notem como Neilton se posiciona para perseguir o lateral adversário.


No flagrante acima, fica bem evidente a marcação individual. Os pontas Neilton e Yago combatem os laterais adversários onde eles forem. Kieza pega o volante Otávio e os volantes do Vitória pegam os meias do CAP.
Como sempre destacamos, nesse sistema de marcação, basta um jogador parar no lance, para que comprometa todo o sistema. Além de gerar um desgaste físico maior, devido as grandes perseguições. 

Momento ofensivo

No momento ofensivo o Vitória postado no....

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Depois de vencer o Sport fora de casa, o Vitória voltou ao Barradão mas acabou derrotado pelo Santos, por 2 x 0, em jogo válido pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro 2017.

Apesar do resultado negativo, no Papo Tático de hoje vamos destacar bastante a movimentação ofensiva do Vitória, pois vinha sendo o grande problema da equipe durante a competição, mas que tem demonstrando bons sinais de melhora.

Antes, vamos falar um pouco do momento defensivo.

Momento Defensivo

A equipe rubro-negra tem mudado o conceito de marcação que vinha sendo trabalhado por Petkovic (iniciado por Wesley Carvalho), que era a marcação por zona. Gallo tem optado há alguns jogos em marcar individual por setor (principalmente na segunda linha), buscando alguns encaixes de marcação. Ao meu ver, decisão equivocada.


O Vitória variava entre o 4-1-4-1 e às vezes um 4-4-2, porém não é possível mais ver o time com as linhas bem definidas, compacto, pois agora a marcação é individual por setor.


Na imagem acima, o momento em que o Vitória está no 4-4-2, porém, a referência da marcação não é mais a bola (zona), mas sim o adversário e o fechamento do espaço no setor.
O Santos é um time entrosado, que vem executando um modelo de jogo e atuando junto há um bom tempo. A proposta santista era mais reativa, e aproveitava os espaços deixados pelo Vitória para construir jogadas de perigo.

Transições


A proposta reativa do Santos ficou ainda mais evidente após o primeiro gol marcado por Copete. No segundo tempo, a equipe paulista encontrou ainda mais espaços durante a transição ofensiva (momento da roubada de bola), utilizando bem seus extremos de velocidade Copete e Bruno Henrique, já que o rubro-negro teve que se expor ainda mais para tentar buscar o gol de empate.

Momento Ofensivo

O técnico Alexandre Gallo optou pela permanência de Patric como extremo, com Salino na lateral direita. Neilton acabou sendo sacado, ficando como opção no banco de reservas.
A movimentação de Patric como extremo é bastante interessante, e faz parte da mudança de conceitos da equipe no momento ofensivo, onde o time agora ataca com um número maior de jogadores , com bastante movimentação e buscando aproximação.

Vejamos alguns aspectos positivos desta movimentação.....

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Vitória venceu o Sport por 3 x 1, na Ilha do Retiro, em partida válida pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro 2017.
A atuação do rubro-negro baiano foi até certo ponto surpreendente no que tange ao momento defensivo, na arrumação em campo quando sem a bola.
Sem a posse de bola a equipe recuava atrás da linha da bola com os 11 atletas, Neilton estava na referencia no lugar de Kieza, Yago ocupava o meio campo no lugar de Gabriel Xavier e o sistema de jogo defensivo variava de 4-4-2 para 4-1-4-1, 5-4-1 e até 4-5-1.
As linhas não eram bem definidas, mas a ocupação dos espaços eram melhores preenchidas, apesar das longas perseguições apenas executadas pelos laterais, Salino que ganhou a vaga na direita, acompanhava o Osvaldo até depois da linha central, e pelo outro lado Gefferson, que ganhou a vaga de Thallyson, também perseguia quem caia no seu setor até o meio campo.

Na captura abaixo, fica claro que ontem o pedido de Gallo era superioridade numérica nos setores, nos terços do campo, ainda que a organização não fosse boa, até em decorrência de não se ter mais tempo para treina-las.


O time do Vitória aproveitou a desorganização do Sport no momento defensivo, que tinha linhas quebradas também, mas deixava muitos espaços, o modelo de marcação do time de Luxemburgo era confuso, não tinha...

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Tomamos como referência o triunfo do Vitória sobre o Botafogo, em 2009, pelo placar de 4x3, no estádio Manoel Barradas, para compararmos alguns aspectos no que tange à construção e criação de jogadas no modelo de jogo atualmente praticado pelo clube. Nota-se, que os conceitos na hora de propor o jogo com a bola, do time comandado por Paulo Cesar Carpegiani em 2009, eram evoluídos e dentro do que os grandes treinadores solicitam de mais novo no cenário atual da bola. Vale ressaltar, que há 8 anos atrás existiam-se mais espaços para jogar. Temos que levar em conta também, que, nos lances daquele jogo, nossas linhas de marcação eram quebradas e bem espaçadas, assim como as do adversário. Isso tudo era reflexo do futebol brasileiro, que, naquela época, ainda engatinhava no aspecto de jogar sem a bola, com a evolução sendo conseguida no decorrer dos anos até a atualidade. O que fica evidente mesmo com a comparação, e aí já com o fatídico 7x1 na copa do mundo de 2014, é que o futebol brasileiro involuiu no jogo jogado, nas variações e expertises com a bola e também na inteligência individual dos atletas.

CONSTRUÇÃO E CRIAÇÃO DE JOGADAS

Vamos mostrar com capturas os responsáveis pelas jogadas dos três gols do Vitória frente ao Botafogo em 2009.


Para nós, fica a certeza da preocupação por parte do treinador em explicar e cobrar que a responsabilidade de criar situações de gol, tentar armar jogadas e até fazer gols, é de todos, e isso só se torna possível passando-se confiança para os atletas e ensinando-os que o futebol também é coletivo na hora de atacar, obtendo-se resultados como esses abaixo:



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Vitória e Botafogo empataram em 2 x 2, no Barradão, em partida válida pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro 2017.
A atuação do rubro-negro foi decepcionante para quem esperava ver uma evolução tática após a partida razoável contra o Atlético-MG. Por isso, no Papo Tático de hoje vamos evidenciar quais os motivos para o Vitória ter regredido taticamente.

Sem a posse de bola a equipe marca no 4-4-2, como já vimos aqui algumas vezes. A diferença é que, sob o comando de Wesley Carvalho e Petkovic, a marcação era por zona, fechando os espaços do adversário, compactado... No entanto, Alexandre Gallo começou a mudar o estilo de marcação, voltando para os encaixes individuais que acabam gerando longas perseguições, no velho estilo Argel. Com isso, não foi possível enxergar as linhas montadas, compactação...


Observem na imagem acima como o “cada um pega o seu” é bem evidente...As linhas de marcação não existem, logo, o Vitória acabou sendo um bando em campo, correndo atrás do adversário, se desgastando.

Vamos voltar à partida contra o Atlético-MG no Barradão e comparar com o duelo diante do Botafogo...

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O diretor de futebol do Vitória, Petkovic, confirmou em entrevista coletiva que alguns jogadores do elenco não fazem parte dos planos do clube, onde foram chamados e informados da situação, tendo assim, autorização para buscar outras agremiações.
A lista é composta por: Flávio, Cárdenas, Bruno Bispo, Alef, Alex Galo, Vinícius, Pineda e Borges. Além destes, Pet também conversou com o meia Pisculichi, deixando-o a vontade para decidir seu futuro.
Vamos focar aqui na situação de três atletas:



Pineda


O chileno Jean Paul Pineda, de 28 anos, não rendeu o esperado, marcando apenas um gol até então, apesar de não ser ruim tecnicamente. No entanto, alguns fatores podem ter influenciado ainda mais o baixo rendimento do atleta.
Primeiro – O modelo de jogo utilizado por Argel no início da temporada, onde priorizava a marcação individual por setor, mas com longas perseguições, desgastava muito os pontas do Vitória, que atuavam sem a posse de bola na segunda linha do 4-4-2, tendo que retornar até próximo a área defensiva marcando o lateral adversário. Além do desgaste, os pontas ficam mais distantes do gol, por conta dessa longa perseguição.
Segundo – Pineda não demonstrou ter força física para sustentar está função, ainda mais na velocidade do futebol brasileiro. Também não é simples encontrar jogadores que tenham “caixa” para executar bem essa função dentro do modelo de jogo citado (marcação individual com longas perseguições). O chileno até tentava, demonstrava certa......


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O primeiro triunfo do Vitória no Campeonato Brasileiro 2017 aconteceu diante do Atlético-MG, no Barradão, por 2 x 0.

Pressionado por ocupar naquele momento a última colocação da tabela, a equipe rubro-negra tentou propor o jogo no primeiro tempo. Para isso, um conceito voltou a ser utilizado.


Continuando postado no 4-4-2 quando sem a posse de bola, o Vitória voltou a utilizar a primeira linha alta (imagem acima), assim como aconteceu na partida contra o Corinthians. O que, além de encurtar o espaço de jogo, mantem o adversário longe do gol, se utilizando da linha de impedimento.


Outro ponto importante da estratégia rubro-negra, era que o Galo não podia sair com a bola no chão. Para isso, no tiro de meta........

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Yago Felipe da Costa Rocha
Para o futebol, apenas Yago. Cearense da cidade de Limoeiro do Norte, atua como meia armador, tem 22 anos, altura 1,72cm e é destro. O atleta surgiu nas categorias de base do Flamengo em 2009, transferiu-se para a base do Botafogo em 2011, e em 2012 teve rápida passagem pela base do Espanyol (clube da primeira divisão espanhola), chegando ao Figueirense ainda no mesmo ano. Em 2014, com 19 anos, fez sua estréia nos profissionais do time catarinense contra o Joinvile.

Ficou no Figueirense até 2017 e marcou apenas 2 gols em 96 partidas pelo clube. No brasileirão de 2016 chamou a atenção pela dinâmica de jogo, versatilidade e personalidade nos jogos. Suas principais características são: passe, movimentação, visão de jogo e lançamentos. Domina o conceito de ataque posicional quando atua pelos flancos.

Rende bem atuando como meia armador central, embora suas características sejam muito mais para desempenhar a função de meia atacante com explosão e mais agudo. Por ser versátil, pode fazer a função de apoiador ou meia extremo posicional, e assim, servir para os mais variados sistemas de jogo.

Vamos evidenciar com capturas...

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A situação do Vitória vai se complicando a cada rodada no Campeonato Brasileiro 2017. Desta vez, o revés foi diante do São Paulo, no Morumbi, o quarto consecutivo, com apenas um gol marcado em 5 jogos.


O jogo marcou a estreia de Alexandre Gallo como treinador do Vitória. No entanto, não se pode colocar a culpa da derrota no técnico, pois, os primeiros jogos servem de laboratório para conhecer seu elenco, comportamentos dos jogadores em campo, modelo de jogo no qual o time vinha atuando. Por isso, Gallo mexeu pouco na equipe, apenas promovendo a entrada de Neilton e Gabriel Xavier no time titular para as saídas de Paulinho e Cleiton Xavier, respectivamente. Ressaltando que Patric continuou no time de cima, retornando a lateral direita para a saída de Salino.


A disposição tática e modelo de jogo da equipe continuaram os mesmos. No momento defensivo a marcação acontece no 4-4-2, em bloco médio, com a marcação iniciando nos volantes adversários. A proposta de jogo era reativa, ou seja, tentando fechar os espaços no campo defensivo visando atrair o adversário para aproveitar o contragolpe.
Já o São Paulo atuava no 3-4-3, e tentava propor o jogo a todo o momento. Como o Vitória iniciava a marcação nos volantes adversários, os 3 zagueiros do time paulista tinham liberdade para iniciar a construção. Outro fator importante era que a pressão nestes volantes não acontecia, logo, o bom Cícero tinha liberdade para também ajudar no início da construção. 


No flagrante acima, notem que os dois homens de frente do Vitória deixam...


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O Vitória foi até o Rio de Janeiro visitar o Fluminense no estádio Maracanã, tentando marcar seu primeiro gol no Campeonato Brasileiro, como também, o primeiro triunfo.

Petkovic teve o retorno do lateral Patric, com isso, acabou mudando um pouco a forma do time jogar. 


Sem poder contar com Farias, Pet escalou Renê Santos entre as linhas de um 4-1-4-1. Sem a bola o time também variava para o 4-4-2 (sistema que vinha sendo sempre utilizado).


Na imagem acima o 4-1-4-1 do Vitória com Renê entre as linhas, Paulinho, Correia, C. Xavier e Patric na segunda linha,  Kieza á frente.  

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